It's About Nothing

Antes que perguntem, sim estou "copiando" Seinfeld. É mais uma homenagem ao abordar os aspectos da vida sob a ótica "é um blog sobre nada!"

It's About Nothing

Antes que perguntem, sim estou "copiando" Seinfeld. É mais uma homenagem ao abordar os aspectos da vida sob a ótica "é um blog sobre nada!"
<  Julho 2008  >
S T Q Q S S D
  1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30 31      
Buscar
Receba os posts
Terra Blog

05.07.08

A ética agora é roubar

(esse texto é de João Mellão Neto e foi publicado ontem no Estadão)

João Mellão Neto


Quando Fernando Henrique Cardoso, do alto de sua cátedra de sociólogo emérito, declarou, meses atrás, que a "ética do PT é roubar", não foram poucos os protestos escandalizados que ouviu. Hoje em dia, não haveria mais do que murmúrios envergonhados. Quando a corrupção grassa por toda parte, quando o próprio presidente empresta o seu prestígio para defender notórios larápios, é para começar a acreditar na cruel sentença do ex-presidente.

Para quem, por dever de ofício (sou jornalista), vem acompanhando com acuidade a história desse partido, a declaração de Fernando Henrique não tinha nada de surpreendente.

Os primeiros petistas, lá pelos inícios dos anos 80, nutriam uma interpretação muito particular do que fosse corrupção. Para eles, tratava-se de um problema menor, que seria automaticamente banido, uma vez implantada a sociedade sem classes. "O verdadeiro roubo, na sociedade, se dá entre patrões e proletários: tudo o mais advém disso." Como corolário deste raciocínio, não haveria nada de mais entre burgueses espoliando burgueses (isso é próprio do capitalismo) ou, então, entre pseudo-socialistas extraindo verbas do erário (é um dinheiro expropriado da burguesia para ser usado contra a própria burguesia).

Esse discurso, obviamente, não pegou. Não porque os petistas o considerassem de alguma forma equivocado, mas sim porque, na leitura deles, a sociedade brasileira, em especial a classe média, se arraigava a valores conservadores, tais como honestidade, integridade, austeridade e escrúpulo no trato do dinheiro público.

Após apanharem fragorosamente nas urnas por sucessivas eleições, os petistas decidiram fazer uma releitura de seu discurso. Não daquele básico, de extração marxista, razão de ser do partido, mas sim do discurso voltado para as massas. O PT, ao menos nas palavras,tornou-se um partido pequeno-burguês típico, bradando contra a imoralidade, exigindo cadeia para os corruptos e, paranoicamente, encontrando larápios em potencial até mesmo debaixo dos próprios colchões.

Não havia um pingo de sinceridade nesse discurso. Ele serviu apenas como escada para o PT ganhar as eleições. Tanto isso é verdade que foi abandonado com a maior sem-cerimônia, tão logo Luiz Inácio Lula da Silva galgou as rampas do Palácio do Planalto.

Se não o primeiro, o principal sinal de que as coisas haviam mudado se deu com aquele que ficou conhecido como "o escândalo do mensalão". Como teria agido um governo minimamente ético naquelas circunstâncias, desde que não tivesse nada a temer? Teria agido de forma determinada, de modo que não pairasse a menor suspeita sobre a sua lisura no episódio, a começar pela demissão sumária de seu então chefe da Casa Civil. O presidente Lula não só se manteve omisso durante todo o episódio como também atestou, por escrito, a idoneidade de Roberto Jefferson e, posteriormente, a do próprio José Dirceu.

Sucessivos escândalos foram vindo à luz e Lula, numa recorrência espantosa, foi sempre dando sinais de inequívoca simpatia pela causa dos acusados. Foi assim no caso do ex-presidente da Câmara dos Deputados e foi assim no caso do ex-presidente do Senado, Renan Calheiros. Lula entregou-se ao requinte de ressuscitar até mesmo os mortos, como tem ocorrido várias vezes, sendo o caso mais recente o do ex-presidente do Senado Jader Barbalho.

Simpatia pelos deserdados de Deus? Duvido. O mais provável é que o presidente e o seu staff entendam que todo esse pessoal não tenha cometido ilícito algum. Ao menos dentro daquela ética - abandonada provisoriamente, porém jamais esquecida - do partido desde a sua fundação.

Se for assim, estamos mal. O homem público convencional, quando comete um delito, ao menos tem a exata noção do que fez de errado e por quê. Os petistas, não. Cometem as maiores barbaridades e vão dormir de bem com o travesseiro, porque acreditam que tudo o que fizeram teve uma motivação justa: a "causa". Se, decerto, nos anos 60 vários de seus atuais membros se dispunham a matar, ou até mesmo a morrer, em benefício dessa maldita "causa", que mal podem ver, agora, em surrupiar algum dinheiro do erário?

Nesta Nova República delinqüente, a classe média está emparedada. Tradicional reduto dos bons valores republicanos, desta vez ela não tem voz.

Conscientemente ou não, o PT a pinçou com tenazes de aço. Do lado dos pobres, apaziguou-os com a mesada do Bolsa-Família - mesada, sim, porque se trata de um punhado de dinheiro doado sem contrapartida, erodindo a ética do trabalho. Do lado dos ricos, porque com a política dos juros baixos e o crédito a perder de vista lhes propiciou ganhar mais dinheiro do que em toda a sua vida. A classe média, para variar, ficou bradando no deserto - quando não falando sozinha. Ela, sem dúvida, vai votar na oposição nas próximas eleições. Mas o que importa? O PT já amealhou votos suficientes para vencê-la com folga. E, para os petistas, isso é crucial. Calcula-se que, entre empregos diretos e indiretos, o Partido dos Trabalhadores (santa ironia!) tenha uns 40 mil parasitas vivendo à custa do governo. O que farão eles no caso de uma derrota?

Ora, não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe. O atual modelo econômico tem pés de barro. Essa fartura geral e irrestrita não é fruto de uma eventual maestria de Lula, mas reflexo da maior onda de prosperidade que o mundo conheceu desde a 2ª Guerra Mundial.

Retirem essa poderosa escada e o resultado é que ficarão todos ali. Desesperados, pendurados no pincel.

João Mellão Neto, jornalista, deputado estadual, foi deputado federal, secretário e ministro de Estado

27.06.08

Lula é o meu Judas

 

 

"A tarefa dos comunistas é explorar todas as contradições; e onde não existirem, criá-las”.
Vladmir Ilitch Lenin


     Lula é o meu Judas no sábado de aleluia. Sempre pego Lula e malho sem dó em praça pública, mas a culpa é de Lula ele sempre implora por isso. O seu (des) governo está nos levando para um ‘Jurassic Park’ ideológico, político, econômico e moral. As ações equivocadas pautadas por uma mentalidade arcaica de mundo, sustentada pela esquerda bocó, aliada a sua incompetência e corrupção trouxeram algumas situações desastrosas e irreversíveis para esse país, fadado a permanecer no limbo do atraso.
     A cada semana uma prática ilegal e corrupta envolvendo ministros do alto escalão e ‘compadres’ do presidente estampa os noticiários, acompanhada de medidas que reforçam a sua pouca visão e mentalidade tacanha acerca do mundo. Nessa semana um projeto de lei de uma ex-deputada do PT entrou em votação e foi aprovado na câmara e encaminhado para o senado. O projeto ‘anti-homofobia’ nada mais é do que uma lei que vai criminalizar palavras e dar um poder há uma minoria militante que busca vantagens por sua condição sexual. Nada de estranho, afinal, o PT criou e usa até hoje a militância gay, agora qualquer sinal que você demonstrar em desacordo com o ‘universo homossexual’ (como chamam os próprios militantes) pode lhe render um processo e até prisão, e para isso basta apenas a palavra da 'vítima'.
     Com isso já se somam várias leis que privilegiam militantes das tidas minorias. Os militantes negros já conquistaram o direito de vagas em universidades, mas eles querem mais, buscam por cotas no mercado de trabalho e no serviço público. Os índios de ONGs podem ferir e matar que são considerados inimputáveis pela lei. As militantes feministas já possuem há tempos: reservas de mercado de trabalho, cotas em cargos de chefia no serviço público, criminalização de palavras e atitudes (elas são o exemplo para os outros), com Lula conseguiram a lei ‘Maria da Penha’ que prende qualquer homem que agrida uma mulher, embora se uma mulher agrida um homem ela responde pela pena de agressão prevista no código penal (que é bem mais branda) e agora lutam por licença maternidade de 6 meses e pelo aborto.
     As medidas erradas de Lula como a re-estatização do país, corrupção desenfreada, apadrinhamento, inchaço da máquina pública, descontrole com o gasto público, desperdício de verbas, assistencialismo e leis atrasadas que nunca são reformadas, conseguiram destruir o último legado do plano real: a estabilidade econômica. Vivemos sob uma pesada inflação faz tempo, desde o começo deste ano. Ela vai piorar, pois o governo criou esse cenário e pensa em aumentar ainda mais nossa pesada carga tributária que impede que pessoas físicas e jurídicas cresçam, com um novo imposto para saúde. Para culminar Lula quer que o governo crie aposentadoria para ex-jogadores de futebol.
      Isso mesmo. O nosso suado dinheiro, roubado por taxas e impostos vai ajudar a aposentar os pobrezinhos jogadores de futebol, que certamente estão entre os profissionais mais mal-remunerados de nosso país. Veja só a situação de um pobre jogador: Se ele não for muito bom e não jogar em um grande time, ele pode ganhar entre 2.000,00 e 6.000,00 reais por mês, isso com no máximo quatro ou cinco anos de estudo. Um médico do serviço público de saúde ganha em torno de 1.800,00 reais com pelo menos 17 anos de estudo.
      Lula rouba e favorece seus ‘compadres’ e filhos alterando a lei para que eles comprem empresas e se tornem donos de cartéis, Lula faz política populista, rasteira e barata com o dinheiro público, Lula e seu partido criam leis anti-héteros, anti-brancos e anti-homens. Lula faz a inflação voltar e de quebra quer que sustentemos ex-jogadores de futebol em sua velhice. Dê-me um bastão, vou pendurá-lo em praça pública e malhá-lo, é o que me resta!

 

Lula à Folha de São Paulo, 26/05/1994: “Coisa justa vale mais que lei... Entre a lei e a coisa justa e legítima, eu sempre disse que o justo e o legítimo é muito mais importante.”


“Jamais o nosso país foi governado por tanta legislação infra-legal! (...) em nosso país já não vige a lei, mas o decreto, a portaria, a instrução normativa, o aviso. Vivemos em uma democracia roída pelos cupins, ou melhor, vivemos em uma proto-ditadura!”
KLAUBER CRISTOFEN PIRES

07.06.08

It is Raining Shit, Aleluia!

As 'Santas' que aodram um banho coletivo

 

 

     Mais um espetáculo dantesco foi armado para denegrir uma instituição dessa latrina chamada Brasil. Dessa vez os ‘gayzistas’ resolveram atacar as forças armadas em conjunto com seus aliados petralhas e com os comunas. Como não acredito em coincidências, parece-me tudo muito orquestrado. No mês em que ocorre a tal ‘Parada do Orgulho Gay’, o ministro de Lula torra dinheiro público para operações de mudança de sexo, o governo pressiona o congresso a votar a tal PL 122, que ameaça colocar na cadeia quem usar a palavra ‘veado’ e por mero acaso, nessa semana dois militares gays apareceram na capa de uma revista de quinta categoria e em um programa de TV, de vigésima, posando de vítimas e para culminar com esse circo o molusco faz cena com a tal bandeira arco-íris! Sem sombra de dúvidas, há um cheiro fétido de politicagem envolvendo essa ‘história’.
     Um casal de sargentos gays fez um verdadeiro ‘circo’ midiático com o intuito de atacar uma instituição como o exército brasileiro e, obviamente, os hipócritas politicamente-corretos já ensaiaram o coro de ‘discriminação’ e se aliaram com os militantes do movimento gay, que são muito fortes no Brasil, a quem me refiro como ‘gayzistas’ (estou me apropriando de um termo cunhado por Olavo de Carvalho). Antes de qualquer coisa, vale à pena ressaltar dois fatos: O primeiro é que na condição de Sargentos, ambos podem pedir baixa a hora que bem entenderem e deixar o exército. E em segundo lugar, toda instituição, empresa, ou local possui suas normas e códigos de conduta, no exército não é diferente. Imagine se fosse um sargento (homem) e um sargento (mulher) reclamando que não podem manifestar seu afeto dentro do quartel, fardados e em serviço, alguém lhes daria alguma bola? Eles estariam corretos em sua reclamação? A resposta para ambas as perguntas é não! No ambiente de trabalho e durante o expediente não é lugar para ninguém se relacionar fisicamente, mas o caso ganhou notoriedade pela vilania de alguns jornalistas ao relacionar o tabu de homossexuais no exército.
     Chegaram a explorar o fato de quem um dos gays tinha problemas psicológicos, esse mesmo ‘homossexual reprimido de baixa auto-estima’ declarou em uma entrevista que o exército era um ‘paraíso’. O sargento gay, Laci, que acusa o Exército de discriminação disse frases como: “As Forças Armadas são um paraíso" e “[não existe] coisa melhor para um homossexual do que tomar banho com um monte de homem pelado e sarado".
     Fica a pergunta: Quais são os direitos que os gays querem? Vejamos: O direito de ser diferente? Não, esse já é exercido. Aí está a prova, pois o sargento gay relata a ‘gostosura do banho coletivo’. Temos o ministro torrando dinheiro público para mudança de sexo, o tal desfile que nada mais é do que exposição, atentados violentos ao pudor e sexo à luz do dia, igual ao carnaval, diga-se de passagem, e ameaças de ações judiciais contra ‘manifestação de preconceito’. E querem mais o quê? Poder político! Os militantes da ‘causa gay’ foram cooptados pela esquerda e pelo petismo faz tempo. Eles não são uma raça, ou um gênero sexual, mas querem o status de minoria igual aos seus ‘irmãos’ militantes do movimento negro e do movimento feminista, todos eles andam juntos sob a batuta adestrada da esquerda nacional e do petismo.
      O que me deixa mais estupefato nessa celeuma é usar sua condição sexual, algo que deve ficar estritamente na esfera privada, para uma bandeira pública de luta em busca de benefícios. Os gays querem ser reconhecidos como um elemento ‘à parte’ de nossa sociedade. Já se fala muito em ‘cultura gay’, ‘movimento gay’ e ‘público gay’ mas ao mesmo tempo em que desejam ser segmentados com privilégios especiais, recusam essa segmentação quando esta lhes parece negativa. Por exemplo, a propalada ‘cultura gay’ “contribuiu” com certos aspectos da sociedade ocidental como a pedofilia, a promiscuidade e com o sadomasoquismo. Isso é um fato. Observe os casos envolvendo pedófilos, 90% dos acusados são homossexuais, a igreja católica, há tempos é um grande ‘armário’. Estude o ‘movimento social’ gay e veja que na sua raiz (e até hoje) a promiscuidade de parceiros é uma característica do movimento, por isso mesmo, eles lideram nas estatísticas de DSTS, incluindo o número de portadores do HIV. Estude a doença mental e moral do sadomasoquismo e verá que ele nasce nos inferninhos gays de São Francisco, Los Angeles e de Nova Iorque e depois é exportado para cultura ocidental.
     Além de usar sua condição sexual para fins políticos e para buscar vantagens pessoais, não estranhe se no futuro próximo eles reivindicarem cotas em universidades, empresas públicas e reservas de vagas no mercado de trabalho, o movimento gay tenta impor a presença de seus membros para o resto da sociedade. A palavra aceitação se confunde com imposição, hoje pessoas são obrigadas a aturar caladas, gays caricatos e espalhafatosos esfregando suas afetações em sua cara.
     O que esta chatíssima militância gay precisa entender é que existem regras em ambientes de trabalho, em empresas, repartições públicas e, principalmente, nas Forças Armadas. Não é armando circos como este que conseguirão o respeito que dizem tanto desejar.
      Para finalizar, vou pagar as operações de mudança de sexo com meus impostos em um país onde se morre de dengue, malária e gripe. E o governo insiste em criar um novo imposto (o CSS) para ‘financiar’ a saúde pública. A mudança de sexo com dinheiro público foi determinada, porém o direito de termos pesquisas com células-tronco foi votado e discutido exaustivamente como se isso fosse algo absurdo. Isso é reflexo de um país atrasado governado por um analfabeto burro, bêbado e corrupto.

31.05.08

Em tempos de CSS governo paga internet de Lulinha

 

 

 

 

 

 

 

    Enquanto nossas instituições, quando não estão completamente corrompidas, engatinham em direção a legalidade, como nação ainda tentamos brincar de ‘democracia’, porém, em contrapartida, os velhos sabujos dessa nação e seus novos aliados petralhas cada vez mais se especializam na arte da malandragem e da vigarice.
    Segundo publicou a Folha de S. Paulo nessa semana, o sub-relator da CPI dos Cartões Corporativos, deputado Índio da Costa (DEM-RJ), divulgou um extrato que denuncia a Presidência da República por pagar a conta de internet de um dos filhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O registro aparece entre as despesas da Casa Civil que foram encaminhados à CPI e indica pagamento ao provedor Universo Online Ltda. O boleto está em nome de Fábio Luís Lula da Silva, o ‘Lulinha’. O ex-zelador de zoológico que se tornou um mega-empresário ás custas de dinheiro público e da influência de seu pai não consegue pagar suas contas, aparentemente, e ‘gentilmente’ a repassa para nós.
     O deputado incluiu o gasto de R$ 112,11, no dia 2 de setembro de 2003, no sub-relatório que apresentou ontem à CPI e o considerou como "emblemático" dos erros, desvios e irregularidades do governo no uso do cartão corporativo. Na prestação de contas da Casa Civil, Waldir Richter Medeiros não menciona o gasto específico. Diz apenas que foram feitos saques, no período de 20 de agosto de 2003 a 18 de setembro do mesmo ano, "para a realização de pequenas despesas". Segundo os argumentos dos petralhas do Planalto a internet do filho de Lula é um assunto de segurança nacional. Pode-se questionar que a quantia é irrisória, mas isso aponta para dois problemas: O primeiro demonstra que se o Planalto se expõe ao pagar uma conta tão ínfima, utilizando um pouco da lógica, o quanto eles se aventuram para saldar gastos mais caros que não conhecemos? O segundo demonstra como o PT e Lula expropriaram e aparelharam o Estado em sua totalidade, para essa corja o dinheiro e toda a máquina estatal são sua propriedade. Note como o apedeuta se apropria da aeronave presidencial, o famigerado ‘aero-lula’. Para o bêbado ignorante o avião lhe pertence.
     A indagação lógica que fica é: se uma despesa pessoal do filho do presidente de ridículos R$ 112,11 é repassada para nós, o que impede que o próprio Lula pague as despesas pessoais de sua prole e as suas que se encontram muito acima desse valor? Não é muito lógico que o clã Lula da Silva só mostre esse lado muquirana e essa noção distorcida do que é público e do que é privado quando se trata de pouco dinheiro.
     Dom Luis 51 quer nos cobrar a CSS [Nova CPMF] porque, diz, não haver dinheiro para a saúde, no entanto, tira um valor equivalente a uma bolsa-família de alguém para pagar o acesso a internet de Lulinha? Vale à pena lembrar que o ex-presidente Collor de Mello (hoje aliado de Lula) foi cassado por causa de um Fiat Elba, pago na época com dinheiro do caixa de campanha (o tal caixa 2 que para o PT é um ‘crime menor’) . O PT que na época ainda posava de virgem vestal da política nacional, aproveitou para realizar ‘panelaços’ e fazer o escândalo de sempre. Hoje, nem 20 anos depois, já fez muito pior que um Fiat Elba, quebrou todas as barreiras de desonestidade que um partido poderia quebrar, nem mesmo Paulo Maluf (hoje aliado de Lula) foi tão longe. Lula além de ignorante, burro e inepto se mostrou o verdadeiro príncipe dos ladrões.
     Realmente gostaria de ver o que se passa na cabeça desses comunas e desses petistas idiotas que defendem Lula e suas visões torpes do mundo. Será que eles ainda vivem nessa realidade ou já refugiaram para uma versão alternativa em suas mentes? Creio que essa questão nunca terá uma resposta, ao menos, não uma sincera.



Como diria o bom e velho Kim Kap Hwan: “I don’t forget the Evil!”

 

22.05.08

Another Prophet of Disaster

 

 "Terror, death, destruction
Pour from the eastern sands
But the truth of all predictions
Is always in your hands "

Iron Maiden - Die With Your Boots On

 

 

      Detesto confirmar as minhas previsões de ‘profeta do desastre’, mas como já escrevi antes, Dom Luis 51 e sua corja são extremamente previsíveis (em tudo). Quando no final de 2007 a novela do fim da CPMF se desenrolava, o governo sabia que sua derrota seria eminente, então preparou medidas para não ficar sem os nove bilhões que o imposto trazia para a farra pública e para os bolsos dos ‘companheiros’. Na calada da noite da semana morosa entre natal e a virada do ano, o planalto enviou uma medida de aumentos de alíquotas em vários impostos. Na época ficou evidente que isso acabaria em um aumento considerável no custo de vida e num aumento das taxas de inflação maquiadas pelo governo.
      Todo governo mente em índices, sejam eles qual forem, sempre para maquiar a realidade. A inflação real de dezembro de 2007 que já batia na casa dos 12% (contra os 4,3 divulgados pelo governo), hoje já bate na casa dos 20% (10.3% anunciados pelo governo), isso é reflexo do pacote de medidas de Dom Luis 51 aliado a crise norte-americana e disparada do preço do barril de petróleo. Não precisa ser nenhum gênio no campo da economia para perceber que há anos o mercado brasileiro vive à base de créditos, sejam eles empréstimos a pessoas físicas e jurídicas, cartões de crédito ou mesmo crediários do comércio. Com as medidas do governo isso ficou mais caro, agora qualquer compra a prazo ou empréstimo, têm taxas maiores e mais longas. Mas já naquela época o governo ensaiava a volta da CPMF.
      Dito e feito nessa semana o apedeuta e seus asseclas jogaram no colo de sua base aliada no congresso à incumbência de ressuscitar o imposto, mesmo em meio há um recorde em arrecadação de impostos, ‘nunca antes neste país’ se arrecadou tanto com taxas e impostos, nunca os bancos lucraram tanto e nunca a concentração de renda foi tão notória. Apenas 10% da população concentram cerca de 80% das riquezas. Temos 10 milhões de desempregados, 43 milhões de pessoas em subempregos e outros 46 milhões ganhando um salário mínimo para sobreviver, isso sem contar o número de brasileiros que se beneficiam com pelo menos, um programa do governo para pessoas de baixa-renda. Somos uma nação de pobres.
      Dom Luis 51 não quer nem ficar com ônus político da volta do imposto, usou seus cães sarnentos para a manobra. Em meio a tudo isso, sou obrigado a ler em jornais, revistas e portais de notícias que está tudo uma maravilha e que tudo vai bem, que seremos a próxima potência e que os Estados Unidos cairão. Ridículo, os Estados Unidos já dão sinal de recuperação, a cada final de década eles passam por crises, foi assim em: 1970, 1980, 1990 e está o ocorrendo o mesmo agora. Vale lembrar que tudo aconteceu por conta das pessoas não conseguirem arcar com seus empréstimos, no setor imobiliário principalmente, aqui até eletrodomésticos, roupas e alimentos são comprados nesse sistema. Esse será o legado de Dom Luis 51, estaremos piores do à era Sarney após seu desastroso reinado. O diabo é que infelizmente estarei certo outra vez.